“La rebelión empieza ahora”: Sebastián Da Silva y el polémico freno al pagamento de multas de trânsito
O ambiente político uruguaio foi abalado esta terça-feira com uma declaração que, para muitos, quebra os moldes do correcção institucional. O senador nacionalista Sebastião da Silva Ele não mediu palavras e lançou um apelo aberto à desobediência civil. O legislador apelou aos cidadãos para que parem com a pagamento de multas de trânsito como respuesta a lo que calificó como un “avasallamiento estatal” por parte del Sistema Único de Cobros Vehiculares (Sucivo).
O estopim foi aceso quando a SUCIVE anunciou que voltará a vincular o pagamento de multas de trânsito à possibilidade de pagamento da taxa de registro do veículo. Esta medida, que o governo de Luis Lacalle Pou conseguiu dissociar em 2024 para aliviar o bolso da população, retornará em março por decisão do Congresso de Prefeitos. Para Da Silva, este retroceso es una jugada “ilegal” que busca obligar al contribuyente a saldar deudas de radares bajo presión.
Em seu redes sociais, el senador fue lapidario y aseguró que el organismo estatal está actuando con una prepotencia económica que supera incluso a la propia DGI. Al referirse a la cancelación de infracciones viales, Da Silva sostuvo que el sistema “cobra lo que quiere” y hasta cotiza el dólar sob seus próprios critérios. A indignação do legislador reside no facto de, na sua opinião, o patente – um imposto sobre veículos – mantida como refém para cobrar multas que muitas vezes são questionados devido à sua origem em radares mal localizados.

A estratégia de março contra o pagamento de multas de trânsito obrigatórias
O conselho de Da Silva aos contribuintes tem um tom estratégico que visa o bolso. O senador explicou que realizar a liquidação de multas veiculares neste momento é um erro financeiro, já que o Congresso de Prefeitos decidiu aplicar descontos substanciais a partir de março. Segundo o legislador, as multas podem ser pague com 50% desconto à vista, o que torna qualquer pagamento feito hoje em uma despesa desnecessária e maior.
“Parece joda que un senador esté dando estos consejos”, admitió el propio Da Silva, consciente de la gravedad de sus palabras. Sin embargo, justificó su postura argumentando que es la única manera de pararse frente firme a um sistema que, segundo ele, limpa a sua culpa oferecendo descontos após ter exercido pressão ilegal. Essa rebelião contra o que custa cometer erros ao volante busca que o contribuinte recupere alguma margem de manobra diante de um SUCIVO que parece sedento por receitas recordes.

O impacto no Congresso de Prefeitos e no pagamento de multas de trânsito
Postura do pai Silva também revela profunda decepção com o Congresso de Prefeitos. O senador considera que a unificação de critérios para o pagamento de multas de trânsito e a patente é um retrocesso nas liberdades individuais recentemente conquistadas. O fato de um hierarca não poder separe suas dívidas administrativas das suas obrigações fiscais sobre veículos é vista pela ala mais liberal do nacionalismo como uma coerção estatal inaceitável.
Enquanto isso, milhares de Uruguaios se encontram na incerteza de seguir o conselho do senador ou cumprir a regulamentação vigente para evitar sobretaxas. Ele pagamento de multas de trânsito tornou-se, mais uma vez, o centro de uma batalha entre a receita municipal e o direito do cidadão de não ser extorquido para circular. O A jogada de Da Silva coloca contra as cordas aos presidentes de câmara de todos os partidos, que devem agora defender um sistema que o próprio partido no poder nacional começa a bombardear a partir de dentro.
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